Em resumo: não existe um método de acesso melhor em absoluto. O cartão é o mais rápido para quem entra todos os dias, o PIN é ideal para quem entra poucas vezes ou durante um período limitado, o telemóvel serve a quem também precisa de abrir à distância, e o comando e a matrícula a quem chega de carro. O que importa é que cada método siga as mesmas regras: quem pode entrar, por onde, quando e até quando. O 1Control ACCESS reúne todos estes métodos num único sistema, nas entradas que já tem.
Neste guia encontra uma comparação prática dos métodos, critérios para escolher conforme quem entra e o que muda quando os gere todos em conjunto.
Os métodos de acesso comparados
| Método | Como abre | Para quem | Limites |
|---|---|---|---|
| Cartão NFC/RFID | aproxima-se do teclado inteligente | colaboradores e utilizadores diários | esquece-se, perde-se, empresta-se; tem de ser entregue |
| PIN | marca-se no teclado inteligente | manutenção, fornecedores, acessos temporários | pode ser passado a outros: tem de ser pessoal |
| Telemóvel | app por Bluetooth junto à entrada ou pela internet | responsáveis, abertura à distância, equipas móveis | precisa da app; bateria descarregada |
| Comando | comando associado ao utilizador | condutores, quem está habituado ao comando | tem de ser entregue; útil só nas entradas de viaturas |
| Matrícula | a câmara reconhece o veículo | frotas, fornecedores habituais, parques | identifica o veículo, não quem conduz |
Nenhuma coluna ganha sozinha. Na maioria das empresas convivem dois ou três métodos, porque as pessoas que entram não são todas iguais.
Cartão NFC ou RFID
O cartão é o método mais familiar no escritório: aproxima-se do leitor e a porta abre, sem marcar nada. Com o ACCESS, os cartões usam-se com o teclado inteligente, compatível com os cartões NFC e RFID mais comuns: se a empresa já tem os seus cartões, muitas vezes podem ser associados às pessoas sem comprar novos nem gerir cartões em duplicado.
Pontos fortes: rapidez, nenhuma app para instalar, nenhum código para decorar. Pontos fracos: o cartão fica em casa, perde-se e empresta-se a um colega. E tem de ser entregue em mão.
O risco real não é o cartão em si, mas o cartão que continua ativo quando a pessoa já não tem direito a entrar. Por isso conta a revogação: com o ACCESS desativa a pessoa na área web e o seu cartão deixa de abrir de imediato, mesmo que não o tenha devolvido.

Cartões, PIN, app e matrículas num só sistema
O 1Control ACCESS gere todos os métodos de acesso com as mesmas regras por pessoa, revogação imediata e registo de cada entrada, nas entradas que já tem. SIM de dados incluído durante 3 anos.
- 1.500+ avaliações na Amazon, Facebook e Trustpilot
- Pagamentos seguros
- Garantia de 2 anos
Código PIN
O PIN não se entrega: comunica-se. É a sua principal vantagem. Ao técnico que vem na quinta-feira basta uma mensagem com o código, válido só nos dias da intervenção; quando expira, deixa de abrir sozinho.
Pontos fortes: nada para distribuir ou recolher, ideal para acessos temporários e para quem entra poucas vezes. Pontos fracos: um código pode ser passado a outros. Por isso o PIN tem de ser pessoal: um código único para toda a empresa circula em poucas semanas e não diz quem entrou. Com um PIN por pessoa, o registo diz.
O PIN também se usa com o teclado inteligente do ACCESS e segue as regras do seu utilizador: entradas, dias, horários e data de fim.
Telemóvel
Com a app, a porta ou o portão abrem pelo telemóvel: por Bluetooth quando se está perto da entrada, ou pela internet mesmo à distância. É o método mais flexível, porque quase toda a gente tem telemóvel e um acesso envia-se sem ser preciso encontrar a pessoa.
Pontos fortes: nada para entregar, abertura à distância para uma visita ou um fornecedor sem credenciais, gestão a partir da mesma ferramenta. Pontos fracos: nem todos querem instalar uma app de trabalho no telemóvel pessoal, e um telemóvel sem bateria não abre nada. Para quem entra todos os dias convém juntar um cartão ou um PIN.
Comando e matrícula: para quem chega de carro
Nas entradas de viaturas, o condutor não quer sair nem baixar o vidro para um teclado. Aqui encaixam dois métodos:
- Comando. O ACCESS usa comandos inteligentes associados a cada utilizador: o comando herda os seus dias, horários e limites. Se desativar a pessoa, o comando dela deixa de abrir, sem ser preciso recuperá-lo.
- Matrícula. A câmara lê a matrícula e a cancela ou o portão abrem, com as regras do utilizador associado. O guia sobre a leitura de matrículas para portão e cancela explica quando compensa e o que não resolve.
Como escolher conforme quem entra
| Quem entra | Método aconselhado | Porquê |
|---|---|---|
| Colaboradores com horário fixo | cartão ou app | entram todos os dias: conta a rapidez |
| Turnos e pessoal noturno | cartão ou PIN com horários | a regra segue o turno |
| Empresa de limpeza | PIN pessoal com horário | sem chaves para entregar, acesso só no horário combinado |
| Manutenção e técnicos | PIN ou app com data de fim | o acesso termina sozinho com a intervenção |
| Fornecedores habituais | matrícula ou PIN na entrada de mercadorias | entram pela sua entrada, no seu horário |
| Visitas ocasionais | abertura à distância | nenhuma credencial para criar |
| Frotas e carros da empresa | matrícula ou comando | ninguém sai do veículo |
A mesma pessoa pode ter vários métodos: por exemplo, cartão na entrada pedonal e matrícula na cancela do parque. As regras continuam a ser as dela.
Um só sistema para todos os métodos
O problema das empresas que crescem não é escolher o método «certo», mas gerir métodos diferentes sem acumular sistemas separados: o leitor de cartões de um lado, os comandos do outro, os códigos escritos numa folha. Com o ACCESS:
- app pela internet, app por Bluetooth, comandos, PIN, cartões e leitura de matrículas convivem no mesmo sistema;
- as regras definem-se uma vez por pessoa ou por grupo («Colaboradores», «Empresa de limpeza», «Fornecedores») e valem para todos os seus métodos;
- uma revogação desliga ao mesmo tempo app, cartão, PIN, comando e matrícula;
- o registo mostra quem entrou, quando, por que entrada e com que método;
- na área web vê também se uma entrada está aberta ou fechada (com o sensor de fecho) e pode programar aberturas a horas fixas.
Tudo isto nas entradas existentes: portões, cancelas, portões basculantes, portões seccionados, estores metálicos e portas com fechadura elétrica. O ACCESS liga-se com alimentação de 12 V e contacto de abertura, tem LTE integrado com SIM de dados incluído durante 3 anos e continua a deixar entrar quem está autorizado mesmo sem internet, porque as autorizações ficam guardadas no dispositivo. O ACCESS MINI gere até 500 utilizadores e o ACCESS até 1.000.
Segurança e privacidade: o que conta mesmo
Cada método tem o seu ponto fraco: o cartão empresta-se, o PIN comunica-se, o telemóvel fica sem bateria, a matrícula identifica o carro e não quem conduz. A segurança de um sistema de acessos depende, por isso, menos da tecnologia e mais de quatro regras:
- uma credencial por pessoa, nunca códigos ou cartões partilhados;
- datas de fim para quem entra por tempo limitado;
- revogação imediata quando alguém deixa de ter direito a entrar;
- um registo para consultar quando for preciso.
Cartões, PIN, matrículas e registo de acessos são dados pessoais de colaboradores e prestadores de serviços: a informação, os prazos de conservação e o acesso aos dados devem ser definidos com o seu consultor ou encarregado de proteção de dados.
Perguntas frequentes
Para os colaboradores, é melhor o cartão ou o telemóvel?
Para quem entra todos os dias, o cartão costuma ser mais rápido; o telemóvel serve a quem precisa de abrir à distância ou não quer andar com cartão. Com o ACCESS podem usar-se os dois, com as mesmas regras.
Podemos usar os cartões que a empresa já tem?
Muitas vezes sim: o teclado inteligente do ACCESS é compatível com os cartões NFC e RFID mais comuns, que se associam às pessoas na área web sem comprar novos.
Uma pessoa pode ter vários métodos de acesso ao mesmo tempo?
Sim. Por exemplo, cartão na entrada pedonal e app e matrícula no portão de viaturas. Os dias, horários e data de fim da pessoa aplicam-se automaticamente a todos os seus métodos.
O que acontece se um colaborador perder o cartão?
Desativa-o na área web e o cartão perdido deixa de abrir de imediato. Depois associa um cartão novo à pessoa, sem trocar fechaduras.
O PIN é um método seguro?
É, se cada pessoa tiver o seu próprio PIN, com dias, horários e, se necessário, data de fim. Um código único partilhado por todos é difícil de controlar e não diz quem entrou.
O telemóvel abre por Bluetooth ou pela internet?
Das duas formas: perto da entrada a app abre por Bluetooth e pela internet abre também à distância. O dispositivo ACCESS tem a sua própria ligação LTE com SIM de dados incluído durante 3 anos.
Conclusão
Cartão, PIN, telemóvel, comando e matrícula não competem entre si: cada um serve um tipo de pessoa e de entrada. A escolha certa costuma ser uma combinação, desde que todos os métodos sigam as mesmas regras, sejam revogados em conjunto e deixem rasto no mesmo registo. Com o ACCESS faz isto nas entradas que já tem, a partir da área web. Para veículos, veja a leitura de matrículas e a gestão do acesso ao parque da empresa por app; para um caso concreto com cartão, PIN e app, veja o ginásio aberto 24 horas ou o controlo de acessos para coworking.
Quer saber que combinação de métodos precisam as suas entradas? Peça uma demonstração do 1Control ACCESS.