O canalizador na terça de manhã, uma amiga que rega as plantas durante duas semanas, um familiar que chega enquanto está a trabalhar. De cada vez a mesma pergunta: dar a chave ou não? Uma cópia da chave não se recupera à distância, e não sabe se foi feita outra.
Em resumo: com uma fechadura inteligente como o 1Control DORY dá à pessoa um acesso pela aplicação, válido só nos dias e horários que escolher, e revoga-o quando já não for preciso. Chama-se partilha: chega ao número de telemóvel da pessoa, usa-se com a aplicação 1Control e é gratuita. A seguir: como se cria, como se revoga e o que nunca se deve dar.
Chave física ou acesso digital: o que muda
| Chave física | Acesso pela aplicação | |
|---|---|---|
| Limitado no tempo | não | sim: início, fim e horários |
| Revogável à distância | não: é preciso recuperá-la ou trocar o cilindro | sim: altera-se ou elimina-se |
| Pode ser copiado | sim | não: está ligado ao número de telemóvel |
| Sabe quando foi usado | não | sim, no histórico de acessos |
| O que a pessoa precisa | nada | um smartphone com a aplicação 1Control |
O único limite real do acesso digital é a última linha: quem o recebe precisa de um smartphone e da aplicação. Para quem não tem, fica a hipótese de autorizar a abertura à distância quando está à porta, com o LINK: veja abrir a porta de casa à distância.
Como dar um acesso temporário, passo a passo
- Na aplicação 1Control, abra a secção das partilhas e crie uma nova.
- Escolha a pessoa nos contactos ou escreva o seu número de telemóvel.
- Escolha o acesso a partilhar: a porta controlada pelo DORY.
- Defina os limites: data de início, data de fim e horários. Para um trabalho de um dia basta um dia; para quem vem todas as semanas, o horário certo.
- Envie. A pessoa instala a aplicação 1Control, regista-se com o mesmo número para o qual enviou a partilha e encontra-a já na aplicação.
À porta, a pessoa autoriza a abertura no seu telemóvel e roda o botão exterior. As partilhas são gratuitas. O procedimento com imagens está no guia de assistência da 1Control (em inglês).

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Revogar um acesso: quando e como
Um acesso termina de três formas:
- sozinho, na data de fim que definiu: é o mais seguro, porque não depende de se lembrar;
- alterando-o, se mudarem os dias ou os horários;
- eliminando-o na secção das partilhas, quando o trabalho acabou ou a pessoa já não deve entrar.
Depois de revogar um acesso, veja o histórico nos dias seguintes. E lembre-se da diferença em relação às chaves mecânicas: o DORY traz chaves de origem, mas uma chave entregue não se revoga pela aplicação. Guarde-as para a família e para emergências.
Administradores e utilizadores partilhados: quem pode fazer o quê

- Administrador: quem se liga ao DORY com o código PIN de 8 dígitos. Tem o controlo total: cria, altera e elimina partilhas e vê o histórico. Normalmente são os membros da família.
- Utilizador partilhado: quem recebe uma partilha. Abre dentro dos limites definidos, não pode criar outras partilhas e não recebe as notificações do sensor de porta.
O PIN de 8 dígitos não abre a porta: é o código de administração e de associação. Nunca se dá a quem só precisa de entrar, porque o tornaria administrador.
Quantas pessoas pode deixar entrar
A versão standard do DORY está pensada para 10 utilizadores. Se forem precisos mais, compram-se utilizadores adicionais na aplicação, até um máximo de 450. Em família, convém que só sejam administradores as pessoas que gerem a casa, e dar aos outros partilhas com os limites certos.
Casos típicos, com os guias dedicados
- Empregada doméstica, cuidadora, quem passeia o cão: acessos recorrentes em dias e horas fixos. Veja dar as chaves de casa à cuidadora.
- Filhos: soluções seguras em chaves de casa para os filhos.
- Alojamento local: hóspedes e limpeza entre estadias têm regras próprias; veja entrega de chaves: métodos comparados e acesso da equipa de limpeza.
- Técnicos e entregas: um acesso de um dia, no horário da marcação.
Perguntas frequentes
O que é um acesso temporário à porta de casa?
É uma autorização de abertura dada pela aplicação a uma pessoa, ligada ao seu número de telemóvel e válida só entre uma data de início e uma data de fim, nos horários escolhidos. Com o DORY chama-se partilha.
A pessoa precisa de ter a aplicação?
Sim. Precisa de um smartphone com a aplicação 1Control, registada com o mesmo número para o qual enviou a partilha. Sem smartphone, pode autorizar a abertura à distância com o LINK quando a pessoa está à porta.
Posso limitar o acesso a certos horários?
Sim. Ao criar a partilha define a data de início, a data de fim e os horários. Pode alterá-los depois ou eliminar a partilha.
Posso dar o PIN da fechadura a quem precisa de entrar?
Não. O PIN de 8 dígitos é o código de administração e de associação, não um código de abertura. Quem o usa torna-se administrador: para entrar basta a partilha.
As partilhas têm custo?
Não, as partilhas são gratuitas. O número de utilizadores depende do modelo: a versão standard do DORY inclui 10, que se podem aumentar na aplicação até 450.
Consigo ver quem entrou?
Sim. O histórico de acessos da aplicação mostra quem abriu com a aplicação e quando. Com o sensor de porta e o LINK recebe também uma notificação a cada abertura.
Conclusão
Um acesso temporário à porta de casa é uma chave que sabe quando deixar de funcionar: dá-a a um número de telemóvel, com datas e horários, e revoga-a quando quiser, sem cópias a circular. Com o DORY gere tudo na aplicação e vê o histórico. Antes de mais, verifique se a sua porta é compatível com o verificador de compatibilidade DORY (em inglês).